domingo, 16 de março de 2014

MITO CONTEMPORÂNEO

Superman - Super Homem

"Considerado um dos maiores ícones do século XX, Super-Homem foi criado por dois geniais garotos judeus, fãs inveterados de ficção-científica."

   A origem do Super-Homem (Superman, conforme o mercado editorial brasileiro na atualidade) já foi alterada diversas vezes desde que Jerry Siegel e Joe Shuster a criaram. Mas a premissa básica é sempre a mesma: no distante planeta Krypton, o sábio Jor-El descobre que seu mundo está condenado. O cientista tenta em vão alertar o pedante Conselho local, que acha a teoria absurda. É então que ele, junto à esposa, Lara, decide enviar, a moda de Moisés, seu recém-nascido filho, Kal-El, para um planeta que julgara ser adequado para a sobrevivência da criança: a Terra.
   Viajando pelo espaço, a nave carregando o pequeno Kal-El chega à Terra e aterriza na pequena cidade de Smallville, Kansas, onde é encontrada por um bondoso casal de fazendeiros, Jonathan e Martha Kent. Criado com carinho e responsabilidade por seus pais adotivos, Kal-El, agora batizado Clark Kent, cresce como um garoto relativamente comum, mas conforme o tempo passa, suas células kryptonianas passam a acumular energia solar, o que concede pouco a pouco ao jovem Clark habilidades sobre-humanas.
   Ao se formar no colegial, Clark decide estudar jornalismo para ser repórter e, assim, estar sempre informado do que acontece no mundo à sua volta.
   Conforme o tempo passa, o herói vai fazendo colegas, como Batman, Flash e Lanterna Verde, bem como inimigos, como Luthor, Metallo, Brainiac e Bizarro. Kent só foi descobrir sua origem kryptoniana muito depois de sua aparição como o Homem de Aço.


Fonte: Wikipédia 
Vídeo: Juci

quarta-feira, 12 de março de 2014

MITO DA CAVERNA (PLATÃO)

MITO DA CAVERNA (PLATÃO)

“O mito da caverna, pode ser conhecido também como Alegoria da Caverna. É considerado mais uma alegoria do que um mito, e também uma das mais importantes na história da filosofia.”

O mito conta sobre pessoas que são aprisionadas desde o seu nascimento, que vivem presos por correntes em uma caverna e que passam todo o seu tempo olhando para uma parede iluminada por uma fogueira, através da iluminação da fogueira são projetadas sombras de diversas situações que se passam no dia a dia, como por exemplo: estátuas (pessoas), animais,  plantas e muito objetos. Ao ficarem olhando as imagens, os  prisioneiros dão nomes ao que veem.
Caso um dos prisioneiros fossem forçados a sair das correntes e explorar o mundo fora das cavernas, ele entraria em contato com toda a realidade, com isso perceberia que passou toda sua vida analisando apenas imagens, ficaria encantado com a nossa natureza, os seres de verdade e tudo que visse ao seu redor. Quando ele voltasse para a caverna teria de passar todo o seu conhecimento para os que ainda não teriam saído de lá. Porém, ao contar tudo que viu e sentiu, seria chamado de louco, pois seus colegas conhecem apenas as sombras, "tornando" assim, absurdo tudo o que contará. Ao relatarem tudo isso como um absurdo, poderiam até mesmo ameaça-lo de morte, caso não parasse de falar todas aquelas "bobagens".


O que Platão quis dizer com o mito:

Os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.”